Acordecast 2 – Deu certo! ou não…

Fala galera!
No episódio de hoje Luiz Carlos, Rasta, Hellboy e Silas Canuto batem um papo descontraído sobre os maiores fracassos e sucessos de projetos paralelos e bandas passageiras do mundo da música.
Esperamos que vocês gostem, ou… adorem. Também esperamos seus comentários e sugestões. Fiquem à vontade, o palco é de vocês!
Mande suas críticas sugestões e elogios para acordecast@2acordes.com.br.
Capital Inicial – Primeiros erros
“Meu destino não é de ninguém, eu não deixo os meus passos no chão”
Apesar de ter ficado mais conhecida em 2000, quando a banda Capital Inicial gravou a canção, Primeiros Erros já havia feito sucesso na década de 80. O compositor e cantor Kiko Zambianchi lançava seu primeiro CD, que só conseguiu emplacar graças a Primeiros Erros. Kiko nunca foi um grande nome do rock nacional, mas esta canção é conhecida e cantada por muitas pessoas que gostam de um bom rock.
Entrevista com Dudu Portes
O site Batera fez um entrevista muito interessante com Dudu Portes, e achei legal trazer para vocês.
A linguagem dos sons.
Após percorrer uma longa e estreita estrada, cercada por mata Atlântica, macaquinhos desordeiros, pássaros de diferentes cores e cantos, que está o refúgio de Dudu Portes.
Seu lar, além de ser cercado pela natureza, também é o lar de quatro dogs pra lá de simpáticos.
Logo ao entrar em sua sala, a coleção de caixas, um bombo leguero, equipamentos e sua companheira mais antiga, a Rogers preta. Lá tem instrumentos e inventos espalhados por todos os lados. Até um protótipo, mas isso é segredo.
Silêncio. Agora é hora de ouvir um personagem muito importante para a música brasileira.
Sua primeira bateria foi uma Gaeta, doada por seu cunhado. Hoje, com mais de 40 anos de estrada na música, Dudu já tocou com grandes nomes da MPB, entre eles, Elis Regina, talvez a mais importante porque após sua morte ele resolveu parar de tocar, preciso dizer mais alguma coisa?
Cabos Planet Waves Circuit Breaker
Instrumento de qualidade, um dos pontos mais importantes para quem quer fazer musica de qualidade. E pensando nisso, não posso deixar de falar de um instrumento de extrema importância e que acaba por não ser encarado de tal forma.
O CABO!
Isso mesmo! O bom e velho amigo dos maníacos por som plugado.
Acontece que, para muitas pessoas cabo é acessório. Confesso que já pensei de tal forma, e aprendi da pior maneira possível. Cabo é coisa séria. É ele quem conduz o seu som, e se você não puder confiar nele em quem mais confiará?
A economia em um item de importância indispensável pode representar a falência de horas de ensaio e estudo.
Por isso vai aí uma dica de um cabo que tem detalhes diferenciados: Os cabos Planet Waves Circuit Breaker, tem plugs banhados a ouro, que é mais durável por não oxidar; é livre de oxigênio em seus componentes de condução, além de ter um revestimento em vários materiais como espuma de isolamento em polietileno, revestimento em PVC, folha de blindagem, folha de blindagem trançada, e um revestimento em polímero durável.
Aluno melhor que professor?
Saudações!!
Hoje ao fazer nada, estava lembrando de alguns casos bem interessantes de alunos que se tornaram tão bons ou até melhores que seus professores. Uma situação bem incomum se for levado em consideração a quantidade de alunos matriculados na escola de música Youtube, quando deveriam ter aulas com um bom professor de música e usar a internet só como material de apoio. Mas ainda sim existem pessoas que não abrem mão das horas de estudo repetitivo e do bom e velho professor de música. O mais interessante é que temos ótimos exemplos disto, e melhor que isto, eles estão vivos.
Nada mais justo que começar por Joe Satriani e Steve Vai.





